quarta-feira, 26 de março de 2008

dúvidas e certezas


Às vezes sou assolada por dúvidas:

Será que vou conseguir cumprir o "objectivo 100"?

E se tenho grandes expectativas e depois é um fiasco?

Nesses instantes relembro as palavras de Khalil Gibran, no livro "O Profeta":


Foi-vos dito que, como numa cadeia,

sois tão fracos

como o vosso elo mais fraco.


Isto é apenas metade da verdade.

Sois também tão fortes

como o vosso elo mais forte.


Medir-vos pela vossa mais pequena acção

é calcular a força do oceano

pela fragilidade da sua espuma.


Julgar-vos pelos vossos fracassos

é lançar a culpa às estações

pela sua inconstância

quarta-feira, 19 de março de 2008

um abraço do tamanho do mundo!


Um agradecimento muito especial, do fundo do coração, às voluntárias do Vencer e Viver que irão fazer a recolha das contribuições monetárias dos caminhantes.

Para além da alegria de as termos ao nosso lado, assim não subsistem quaisquer dúvidas acerca do destino do dinheiro.

quinta-feira, 13 de março de 2008

objectivo cem


O meu objectivo é juntar no mínimo 1oo pessoas nesta caminhada. Isto dá "mil florinhas" para o Vencer e Viver, uma gota de água num oceano de necessidades. Preciso da vossa ajuda para o cumprir e até superar. Ajudam-me?

terça-feira, 11 de março de 2008

os nossos contactos

Quem nos queira contactar pode deixar uma mensagem no blogue ou enviar email para

segunda-feira, 10 de março de 2008

o cartaz do passeio!

"Aqueles que amámos e partiram, não foram sós, não nos deixaram sós; deixaram-nos um pouco deles, levaram um pouco de nós"

sexta-feira, 7 de março de 2008

o valor da confiança


"Eu sou uma alma científica e tu és muito esotérica; eu não acredito mas confio. Foi para isso que apareci na tua vida: vim para te demonstrar o valor da confiança"
Teresa, para mim
E demonstrou!

quinta-feira, 6 de março de 2008

o convite

Não me interessa qual é o teu modo de vida. Quero saber o que anseias, e se te atreves a sonhar alcançar os desejos do teu coração.

Não me interessa que idade tens. Quero saber se arriscas fazer figura de louco por amor, pelo teu sonho, pela aventura de estar vivo.

Não me interessa saber quais os planetas que estão em quadratura com a tua lua. Quero saber se tocaste o centro da tua própria dor, se as traições da vida te abriram ou se murchaste e te fechaste com medo de outros sofrimentos! Quero saber se consegues sentar-te com a dor, a minha ou a tua, sem te mexeres para a esconder, disfarçar ou compor.

Quero saber se consegues viver a alegria, a minha ou a tua, se consegues dançar loucamente e deixar que o êxtase te encha até às pontas dos pés e das mãos sem nos advertires para termos cuidado, sermos realistas, ou nos relembrares as limitações de ser humano.

Não me interessa se a história que me contas é verdadeira. Quero saber se consegues desapontar o outro para seres verdadeiro contigo próprio; se consegues suportar a acusação de traição e não atraiçoares a tua própria alma; se consegues não ter fé e seres, por isso, digno de confiança.

Quero saber se consegues ver a beleza todos os dias, mesmo quando o que vês não é bonito, e se consegues basear a tua própria vida na sua presença.

Quero saber se consegues viver com o fracasso, teu e meu, e mesmo assim erguer-te à beira do lago e gritar "Sim!" à lua cheia prateada.

Não me interessa saber onde vives nem quanto dinheiro tens. Quero saber se depois de uma noite de dor e desespero, exausto, dorido até aos ossos, consegues levantar-te e fazer o que é preciso para alimentar as crianças.

Não me interessa quem tu conheces, nem como chegaste aqui. Quero saber se ficarás comigo no centro do fogo, sem recuares.

Não me interessa onde ou o quê ou com quem estudaste. Quero saber o que te sustém interiormente quando tudo o mais desaba à tua volta.

Quero saber se consegues estar só contigo mesmo e se gostas verdadeiramente da companhia que te fazes nos momentos vazios.



Oriah Mountain Dreamer

quarta-feira, 5 de março de 2008

ilumina-me!

http://www.youtube.com/watch?v=AkTSPaFFxn8

o 1º passeio Teresa Barros Coelho



uma grande dor deve transmutar-se em algo de útil aos outros, senão é uma dor estéril...